Descrição
Como é conhecido, a Universidade de Brasília foi a primeira universidade federal a adotar política de cotas centrada em critérios unicamente raciais (cota para negros independentemente de tipo de escola e renda e vagas adicionais para indígenas), que vigorou como única política de cotas na instituição entre 2004 e 2013. A partir de 2013, após a promulgação da Lei 12.711/2012, a Universidade de Brasília passou a adotar a política de cotas federal, que se estrutura não mais com a centralidade do critério racial, mas com múltiplas combinações entre tipo de escola, renda, raça e condição física (PCD).
O Projeto Ações Afirmativas: Monitoramento e Avaliação da política de cotas na UnB se propõe a fazer e divulgar uma série de estudos sobre a chamada segunda década da política de ações afirmativas (entre 2013 e 2022). Basicamente o conjunto de pesquisas busca refletir sobre o êxito desta política, seus avanços, lacunas e desafios. Com base na experiência da UnB, também refletimos sobre esta política em todo o sistema de educação superior no Brasil e acompanhamos as discussões políticas em torno desta política.
Publicações
O Projeto Ações Afirmativas analisa a “segunda década” dessa política (2013-2022), trazendo estudos sobre seus avanços, desafios e impactos. Mais do que avaliar a experiência da UnB, as publicações ajudam a pensar o futuro das ações afirmativas em todo o Brasil, fortalecendo o debate por uma universidade mais justa, inclusiva e plural.



